Projeto Cultural Farrapos - A Verdade e o Mito
Show do CD - A Guerra dos Farrapos - Oberdã Pires e os Bravos Cavaleiros
R$ 20,09
Adquira o CD agora! Aqui no site ou Ligue 51 8410.1137

FORMAS DE PAGAMENTO: 

Cartão de crédito, boleto, depósito em conta e transferência bancária.

Frete incluso na compra.

1/2

Músicas do CD apresentado em turnê pelo Rio Grande do Sul, juntamente com o Documentário - A Guerra dos Farrapos - A Verdade e o Mito.

1. HINO RIO-GRANDENSE (Marcha)

Hino Rio-Grandense: É mais que um hino, é a trilha sonora de todos aqueles que amam este a pedido dos farrapos. Sob condições adversas Medanha compôs o seu maior sucesso, que perduraria por gerações.

Piratini: Homenagem a primeira capital da República Rio-Grandense. Cidade que acolheu fervorosamente os farroupilhas em 1836 quando da proclamação da República Rio-Grandense e que sofreu duras retaliações do império do Brasil no pós guerra. Mas isto não abalou os ideais farroupilhas de seu povo. Manteve-se gaucha com amor e mostrou, até hoje, sua tradição para o Brasil.

3. CAÇAPAVA DO SUL (Xote-canção)

Caçapava do Sul: Cidade farroupilha desde o início da guerra. Em região mais protegida, recebeu os farrapos de braços abertos em 1839, quando escolhida para ser a nova capital. Sempre foi rio-grandense, como é até hoje. Caçapava do Sul nossa eterna capital, tua história é imortal.

4. ALEGRETE (Chamamé)

Alegrete: O fim da pelea já se aproximava, o vento minuano e a farda rasgada. Mas gaúcho não se entrega assim tão fácil e o Alegrete se manteve até o fim. Assim foi nos momentos finais a guerra, como em 1840 quando o pampa longínquo do Alegrete sustentou a sede do comando das ações farroupilhas. Alegrete, uma das cidades mais gaúchas dos gaúchos.

5. PORONGOS (Chacarera)

Porongos: Porongos triste final de um sonho. Porongos, guerreiros heróis dos quilombos. Em novembro de 1844, o episódio mais obscuro da guerra dos farrapos. Davi Canabarro, de forma não completamente esclarecida até hoje, desarma seus soldados antes de pernoitar. Na calada da madrugada foram atacados pelas forças de Chico Moringue. Desarmados, os lanceiros negros lutaram com todas as forças de suas almas, mas não tiveram chance. Foi o mais cruel massacre já visto por estes pampas. Foram sumariamente exterminados. Acordar morrendo foi pior que a senzala...
 

6. DUELO FARRAPO (Milonga-chamarra)

Duelo Farrapo: Os farrapos não perderam a guerra para o império. Se houve uma derrota, ela foi para a intriga. Os conjurados encheram a cabeça de Onofre Pires de veneno contra Bento. E em 1843, a eterna amizade deles terminou em um duelo em que Bento Gonçalves matou seu fraternal irmão em armas, Onofre Pires. “Quando se quebra um elo, o amor termina em duelo”. Caxias conseguiu seu intento, acabando com Onofre terminou com Bento. 

7. AMOR DE DOIS MUNDOS (Milonga-canção)

Amor de Dois Mundos: A história de um italiano que atravessou os mares para lutar ao lado dos gaúchos. Giuseppe Garibaldi ficou conhecido como herói de dois mundos. Realizou a maior façanha da guerra dos farrapos, uma epopéica travessia com dois navios pelo pampa. E em meio à guerra viveu um “amor de dois mundos” com a catarinense que entraria para história como Anita Garibaldi que o acompanhou até o fim de sua vida. Diz-se que lutou pela república no Rio Grande e na Itália, com um filho em uma mão e uma arma em outra.

8. À CAVALO (Chamamé)

À cavalo: Garibaldi fez a mais precisa definição do gaúcho de ontem, hoje e sempre em suas memórias. “Nunca vi tão belicosos guerreiros nem cavaleiros mais hábeis que os da cavalaria rio-grandense”. Nas estâncias ou nos quartéis, na lida ou na guerra, à cavalo é a sina do gaúcho.

9. FANFA (Chamarra)

Fanfa: A maior tragédia dos farrapos na guerra. Na Ilha do Fanfa os farrapos ficaram totalmente cercados pelos imperiais e suas mortais canhoneiras. Se não se entregassem, seria um massacre total. Os farrapos jamais se recuperariam desta derrota, ali se perderam milhares de vidas e grande parte dos oficiais foram presos.

10. GUAIBA, BERÇO DA REVOLUÇÃO (Vanera)

Berço da Revolução: Homenagem à Guaíba, querência berço da revolução farroupilha e seus iniciadores. A revolução e seus ideais de liberdade, igualdade e humanidade nasceram debaixo da sombra de um lendário cipreste no quintal da casa de Gomes Jardim em Guaíba.

11. VIDA MALEVA (Chamarra)

Vida Maleva: Às vezes a guerra é necessária quando o outro lado “não tem olhos pra ver”. Canção que retrata o homem inserido no contexto da guerra. A guerra dos campos de batalha tem seu principio na sociedade, que tem seu inicio no lar, na qual a origem intrínseca está em nosso interior, na guerra conosco mesmos. A guerra é da natureza humana.

12. ESSA TERRA TEM DONO (Chacarera)

Esta terra tem dono: Frase do mais gaúcho de todos os gaúchos, Sepé Tiaraju. A América do Sul foi forjada em sangrentas batalhas. Forasteiros invadiam terras com o objetivo de “civilizar” os povos, tão antigos quanto o seu chão. Alguns bravos se negaram a “dizer amém” aos “descobridores”, foi o caso do Rio Grande do Sul com Tiaraju e os inocentes, porém belicosos, índios guaranis. Os farrapos herdaram essa garra dos antepassados habitantes gaúchos, e como eles, oprimidos, mostraram que esta terra tem dono. Existem varias formas de invasão, hoje sofremos a invasão da globalização e não podemos perder nossa cultura. Os índios nunca entenderam como alguém pode querem se adonar de algo que não é seu, nem eles mesmos se consideravam donos. Para eles, o dono desta terra era Tupã, ou seja, Deus...

 

13. SEIVAL (Chacarera)

Seival: Nos idos do mês de setembro de 1836, General Netto e os bravos cavaleiros da 1ª brigada de cavalaria mudariam a história do Rio Grande do Sul. Após avassaladora vitória, Netto, nosso verdadeiro e maior herói, transforma o Rio Grande em um país proclamando a República Rio-Grandense, transformando a revolução em uma guerra que duraria quase dez anos em que o gaúcho mostraria ao império do Brasil que, tão fácil, não deixaria de ser o que é. Se Netto não proclamasse a república lá nos campos do Seival, não teríamos a semana farroupilha.

14.PONCHE VERDE (Milonga)

Ponche Verde: No final de fevereiro, começo de março de 1845 foi assinada a “Paz de Ponche Verde”. Restou o silêncio na província, vazio nas charqueadas, mães separadas dos seus filhos, esposas de seus maridos. Foram dez anos de uma luta que começou na ponta de uma adaga e terminou na ponta de uma pena. Nossa revolução tinha chegado ao seu derradeiro fim... Ficaram os ideais. Ponche Verde, para alguns acordo de paz, para outros rendição, para outros paz honrosa. Para mim? Final de uma história sem fim...

15. AH! EU SOU GAÚCHO (Vanera)

Ah! Eu Sou Gaúcho: Canção que define o gaúcho de hoje, que é assim devido a seu passado. Este é o povo que canta seu hino nos estádios de futebol, que tem CTGs espalhados por todos os cantos do mundo, que tem amor por esta terra. Sempre escolhe um lado, farrapo ou imperial, chimango ou maragato, gremista ou colorado. Quando estamos longe do Rio Grande, estufamos o peito e, com lágrimas nos olhos exclamamos: ah! Eu sou gaúcho! 

Please reload

Material de divulgação.

© 2013 Oberdã Pires.                                                                                                                                                                Desenvolvido por WD3 Solutions

  • facebook-square